Duelo de Banjos

Recebi num email de uma prima (prima mesmo, seus mentes sujas) o video abaixo. Não sei quem foi o autor do texto que coloco abaixo e, por esta razão, não posso dar os devidos créditos.
O filme Amargo Pesadelo (como se pudesse existir pesadelo doce) é de 1972 ou seja, do tempo em que se faziam filmes com conteúdo onde até um canastrão como Burt Reynolds conseguia se destacar. 
Aqui no Brasil, quando o filme passou nos cinemas, estávamos em plena ditadura e então ele foi tesourado pela censura que tinha o péssimo hábito de "defender" a família brasileria, mesmo quando não se pedia para alguém fazer isso. 
Desta forma, as cenas mais fortes do filme, não foram mostradas para nós, apenas para "eles". Tempos atrás o filme passou no HBO, sem cortes mas, hoje em dia as cenas cortadas jão não são tão fortes. Tem muita merda por ai que é muito mais. 
Logo no início do filme acontece o duelo. Veja o que o autor do email disse:

O vídeo é uma cena verídica. O garoto não é ator, apenas um  autista que residia no local onde estavam sendo feitas as  filmagens. A equipe parou em um posto de gasolina para  abastecer e aconteceu a cena mais marcante que o diretor teve a felicidade de encaixar no filme. Vale a pena o duelo, a beleza do momento e, mais que tudo, a alegria do garoto.
 
Reparem na expressão do garoto. No início está triste, mas à medida que toca seu banjo ele cresce com a música e vai se deixando levar por ela, até transformar sua  expressão em um sorriso contagiante, contaminando todos com sua alegria, a  alegria de um autista que é resgatada por alguns momentos, graças a um violão forasteiro. 
O garoto brilha, cresce e exibe o sorriso preso nas dobras da sua deficiência, que a magia da música traz à superfície. Depois, ele volta para dentro de si, deixando sua parcela de beleza eternizada "por acaso" no filme..
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